domingo, 18 de maio de 2008

Momentos sem descrição

É estranho descrever o que estou sentindo agora. Mistura melancólica com um toque de tristeza. Não sei para que escrevo se sei que a solução não se encontra fora... é tudo uma questão de tempo.
O tempo.... passa como se não tivesse passado. Ou quando passa, é rápido demais. Nunca o tempo dá tempo.
Não me permito mais ficar triste... depois de tudo o que aconteceu, de alguém que soube viver intensamente se foi.... tristeza não é nada perto dessa dor. Sinto no coração, com toda a vontade do mundo de querer voltar atrás. E com medo do futuro. Descobri que não adianta conversar com as pessoas mais importantes para mim, fazer coisas para distrair, cair de cabeça num grande projeto... uma hora o pensamento volta e junto dele a sensação de querer tudo o que se foi, de volta. Muitas saudades Irene, minha grande amiga. Com você aprendi o valor da vida, o quanto é bom e o quanto vale VIVER de verdade. Escrevo aqui na esperança de que alguém leia e me dê alguma resposta, algum alívio para isso que está escondido, mesmo que no fundo eu saiba que não há solução.
Odeio o meu egoísmo. Quero abraços.
Esse texto me irritou profundamente mas foi publicá-lo pois considero o conteúdo importante. Talvez eu o utilize mais pra frente, seja pra refletir ou mesmo para deletar.

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Aee, vou postar de novo!

Bom, finalmente minha vidinha pacata está tomando um rumo.
A tristeza agora é vencida pelo cansaço. E por algumas coisas que ainda me fazem dar risada! Porém, meu egoísmo é forte o bastante para me colocar pra baixo. O que é preciso acontecer para que possamos valorizar o que temos? É preciso sentir na pele para aprender? Às vezes sinto que a minha visão crítica das coisas está tão suja que não me deixa visualizar aquilo que está na cara.
Porra que post mais LIXO. Não falei nada com nada... mas há quem me entenda! ( Cadê???) hAHUAuhaUHAhAHUA...

Só queria descontar um pouco da minha revolta por coisas bobas não darem certo e por coisas graves continuarem a prevalecer, infelizmente.

Mude seu pensamento e você mudará o mundo. Ainda tenho esperanças.

Melação!

Uma música da Marisa Monte super fofa. Me sinto bem ao ouví-la.
Porra, odeio tudo isso na verdade. E esse texto está me irritando também, pra quê tantos pontos??? Ahhhh!!!!!!!!!

Não vá embora

E no meio de tanta gente eu encontrei você
entre tanta gente chata e sem nenhuma graça, você veio
e eu que pensava que não podia me apaixonar
nunca mais na vida
Eu podia ficar feio só perdido
Mas com você eu fico muito mais bonito
Mais esperto
E podia estar tudo dando errado pra mim
Mas com você, dá certo

Por isso não vá embora
Por isso não me deixe nunca, nunca mais

Eu podia estar sofrendo caído por aí
Mas com você eu fico muito mais feliz
Mais desperto
Eu podia estar agora sem você
Mas eu não quero, não quero

Por isso não vá embora
Por isso não me deixe nunca, nunca mais

Ihhhh... maçãzinha tá apaixonadinha. Vai dar merda.... aguardem os próximos capítulos.

terça-feira, 15 de abril de 2008

Eu, por eu mesma. (Bem original hã?)

Depois de olhar blogs de amigos meus, fiquei com vontade de fazer o meu também. Hehehe...

Como começar? Simples... a seguir, vejam o que se passa pela minha cabeçona.

Segundo Freud, Ato falho nada mais é do que as nossas verdadeiras vontades exibidas através de ações que não condizem com o que foi planejado no nosso consciente. Desde que eu soube disso, muitos fatos tornaram-se mais claros, objetivos. Conseqüentemente minha postura e o meu jeito de encarar as coisas também mudou. É confusa essa sensação de pensar conscientemente e fazer insconscientemente, como lidar com as conseqüencias depois? Grande parte dos meus pensamentos são formados por esses atos falhos que dominam a minha mente, me fazendo sentir culpada ou às vezes mostrando que determinadas coisas não tem a mesma importância que antes. Ai fico pensando se essas são as minhas vontades reais ou se o meu consciente é que "manda" que assim seja. Isso me deixa pertubada demais pois sei que agindo dessa maneira estou perdendo e não corro atrás por simplesmente estar conformada com a situação.
Eu não tenho motivos para ser uma pessoa triste. Não tenho do que reclamar. Amo TUDO que me faz sentir bem mas ainda sinto que a vida passa por mim e não eu que passo pela vida. (Ok, essa última parte foi uma reclamação.)
Cheguei a uma conclusão: Nunca devemos nos conformar. Só em casos inevitáveis, como o final da vida. Mas o lance mesmo é continuar correndo atrás do melhor, não tenho nada a perder e mesmo perdendo ao menos ganhei experiência huaHUAuhaUHA.... Agora estou num momento bom e espero continuar vendo a vida assim como vejo o copo meio cheio! =D